Cardiopatia Congênita: O Que os Pais Precisam Saber
Cardiopatia congênita afeta 1 a cada 100 bebês. Entenda os sinais, o diagnóstico pré-natal e as opções de tratamento explicados pela Dra. Mônica Shimoda.
A cardiopatia congênita é uma das malformações mais comuns ao nascimento, afetando cerca de 1 a cada 100 bebês. O diagnóstico precoce salva vidas.
O que é cardiopatia congênita?
São alterações na estrutura do coração presentes desde o nascimento. Podem ser simples (como pequenas comunicações interatriais) ou complexas (exigindo cirurgia nos primeiros dias de vida).
Como é feito o diagnóstico?
O ecocardiograma fetal é o principal exame durante a gestação, realizado entre 24 e 28 semanas. Após o nascimento, o pediatra identifica sinais clínicos como sopro cardíaco, cianose e dificuldade para mamar.
Sinais de alerta nos recém-nascidos
- Cor azulada dos lábios e extremidades (cianose)
- Respiração rápida e cansaço ao mamar
- Pouco ganho de peso
- Suor excessivo durante as mamadas
Tratamento
Depende da gravidade. Algumas cardiopatias resolvem espontaneamente; outras exigem medicação, cateterismo intervencionista ou cirurgia cardíaca pediátrica. O acompanhamento com cardiologista infantil é fundamental durante toda a infância.
O coração do seu bebê merece quem entende cada batida. Com diagnóstico e tratamento adequados, a maioria das crianças vive uma vida plena e saudável.
Quando procurar um especialista?
Se você recebeu o diagnóstico durante o pré-natal ou percebe algum sinal de alerta no seu bebê, busque um cardiologista pediátrico imediatamente. O acompanhamento especializado faz toda a diferença no prognóstico.